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 A lei de Deus

 

 

 

Exodo20.1 “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo”

 

Os seres humanos não foram criados autônomos (isto é, seres livres para seguirem sua própria Lei), mas foram criados seres teônomos, ou seja, para estarem sujeitos à Lei de Deus. Isso não constituía uma privação para o homem, porque Deus o criou de tal maneira que uma obediência agradecida poderia proporcionar-lhe a mais alta felicidade. Dever e prazer seriam coincidentes, como ocorreu com Jesus

(João 4.34 “Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra”, Salmos 112.1 “Louvai ao SENHOR. Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer”,

 

Salmos 11914 - Folguei tanto no caminho dos teus testemunhos, como em todas as riquezas; 16 - Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra; 47 e 48 - E recrear-me-ei em teus mandamentos, que tenho amado.Também levantarei as minhas mãos para os teus mandamentos, que amei, e meditarei nos teus estatutos; 97 a 113 - Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia. Tu, pelos teus mandamentos, me fazes mais sábio do que os meus inimigos; pois estão sempre comigo. Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação. Entendo mais do que os antigos; porque guardo os teus preceitos.

 

 

Desviei os meus pés de todo caminho mau, para guardar a tua palavra. Não me apartei dos teus juízos, pois tu me ensinaste. Oh! quão doces são as tuas palavras ao meu paladar, mais doces do que o mel à minha boca. Pelos teus mandamentos alcancei entendimento; por isso odeio todo falso caminho. Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho. Jurei, e o cumprirei, que guardarei os teus justos juízos. Estou aflitíssimo; vivifica-me, ó SENHOR, segundo a tua palavra. Aceita, eu te rogo, as oferendas voluntárias da minha boca, ó SENHOR; ensina-me os teus juízos. A minha alma está de contínuo nas minhas mãos; todavia não me esqueço da tua lei. Os ímpios me armaram laço; contudo não me desviei dos teus preceitos. Os teus testemunhos tenho eu tomado por herança para sempre, pois são o gozo do meu coração. Inclinei o meu coração a guardar os teus estatutos, para sempre, até ao fim. Odeio os pensamentos vãos, mas amo a tua lei; 127 e 128 - Por isso amo os teus mandamentos mais do que o ouro, e ainda mais do que o ouro fino. Por isso estimo todos os teus preceitos acerca de tudo, como retos, e odeio toda falsa vereda; 163 a 167 - Abomino e odeio a mentira; mas amo a tua lei. Sete vezes no dia te louvo pelos juízos da tua justiça. Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço. SENHOR, tenho esperado na tua salvação, e tenho cumprido os teus mandamentos. A minha alma tem observado os teus testemunhos; amo-os excessivamente”).

  

O coração humano decaído odeia a Lei de Deus, tanto pelo fato de ser uma Lei quanto por ela vir de Deus. Os que conhecem a Cristo, contudo, descobrem não só que amam a Lei e querem guardá-la, tanto para agradarem a Deus e como gratidão pela graça (Romanos 7.18 a 22 “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus”, Romanos 12.1 a 2 “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”) mas também que o Espírito Santo conduz a um grau de obediência que nunca tiveram antes (Romanos 7.6 “Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra”, Romanos 8.4 a 6 “Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz”, Hebreus 10.16 “Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta”).

A Lei moral de Deus está abundantemente exposta nas Escrituras, no Decálogo (Os Dez Mandamentos), em outros estatutos de Moisés, em sermões de profetas, no ensino de Jesus e as cartas do Novo Testamento. A Lei reflete o caráter santo de Deus e seu propósito para os seres humanos que criou. Deus ordena o comportamento que lhe agrada e proíbe aquilo que o ofende. Jesus resume a Lei moral nos dois grandes mandamentos: o amor a Deus e o amor ao próximo (Mateus 22.37 a 40 “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”). Ele diz que desses dois dependem todas as instruções morais do Antigo Testamento. O ensino moral de Cristo e de seus apóstolos é a velha Lei aprofundada e reaplicada a novas circunstâncias, as da vida do Reino de Deus, onde o Salvador reina, e na era pós-pentecostes do Espírito, quando o povo de Deus é chamado a viver uma vida santificada no meio de um mundo hostil (João 17.6 a 19 “Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra. Agora já têm conhecido que tudo quanto me deste provém de ti; Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste. Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. E todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e nisso sou glorificado. E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse. Mas agora vou para ti, e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos. Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade”).

A Lei bíblica é de várias espécies. As Leis morais ordenam o comportamento pessoal e comunitário, que sempre são de nosso dever observar. As Leis políticas do Antigo Testamento aplicavam princípios da Lei moral à situação nacional de Israel, quando Israel era uma teocracia, como povo de Deus na terra. As Leis do Antigo Testamento a respeito de purificação cerimonial, regime alimentar e sacrifícios eram estatutos temporários, com o objetivo de instruir o povo. Essas Leis foram canceladas pelo Novo Testamento, porque o seu significado simbólico foi cumprido (Mateus 15.20 “São estas coisas que contaminam o homem; mas comer sem lavar as mãos, isso não contamina o homem”, Marcos 7.15 a 19 “Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele isso é que contamina o homem. Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça. Depois, quando deixou a multidão, e entrou em casa, os seus discípulos o interrogavam acerca desta parábola. E ele disse-lhes: Assim também vós estais sem entendimento? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar, Porque não entra no seu coração, mas no ventre, e é lançado fora, ficando puras todas as comidas?”, Hebreus 10.1 a 14 “Porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam. Doutra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado. Nesses sacrifícios, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados, Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me preparaste; Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram. Então disse: Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade. Como acima diz: Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os quais se oferecem segundo a lei). Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo. Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez. E assim todo o Sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, Daqui em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés. Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados”, Hebreus 13.9 a 10 “Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça, e não com alimentos que de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram. Temos um altar, de que não têm direito de comer os que servem ao tabernáculo”).

A combinação de Leis morais, judiciais e rituais nos livros de Moisés comunicam a mensagem de que a vida sob a orientação de Deus não deve ser vista nem vivida em compartimentos, mas como uma unidade multifacetada. Comunicam também que a autoridade de Deus como legislador deu força igual a todo o código. Contudo, as Leis eram de diferentes espécies e tinham diferentes propósitos. As Leis políticas e cerimoniais tinham aplicação limitada, enquanto parece claro, tanto do contexto imediato quanto do ensino de Jesus, que a afirmação de Jesus a respeito da imutável força universal da Lei se refere à Lei moral como tal (Mateus 5.17 a 19 “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”, Lucas 16.16 e 17 “A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei”).

Deus exige a total obediência de cada pessoa a todas as implicações de sua Lei. Jesus condena a hipocrisia que oculta à corrupção íntima com fingimentos exteriores (Mateus 15.7 e 8 “Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim”, Mateus 23.25 a 28 “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que limpais o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de iniqüidade. Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade”). Além disso, as decorrências da Lei são parte de seu conteúdo: “onde um dever é ordenado, o pecado é proibido; e, onde um pecado é proibido, o dever contrário é ordenado”.

 

Fonte: Bíblia de Estudo de Genebra 

 

 

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