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 Os desafios do verdadeiro servo

 


 

Lucas 17.1 a 10 “Jesus disse aos seus discípulos: É inevitável que aconteçam coisas que levem o povo a tropeçar, mas ai da pessoa por meio de quem elas acontecem. Seria melhor que ela fosse lançada no mar com uma pedra de moinho amarrada no pescoço, do que levar um desses pequeninos a pecar. Tomem cuidado. Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe. Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: Estou arrependido, perdoe-lhe. Os apóstolos disseram ao Senhor: Aumenta a nossa fé! Ele respondeu: Se vocês tiverem fé do tamanho de uma semente de mostarda, poderão dizer a esta amoreira: Arranque-se e plante-se no mar, e ela lhes obedecerá. Qual de vocês que, tendo um servo que esteja arando ou cuidando das ovelhas, lhe dirá, quando ele chegar do campo: Venha agora e sente-se para comer? Pelo contrário, não dirá: Prepare o meu jantar, apronte-se e sirva-me enquanto como e bebo; depois disso você pode comer e beber? Será que ele agradecerá ao servo por ter feito o que lhe foi ordenado? Assim também vocês, quando tiverem feito tudo o que lhes for ordenado, devem dizer: Somos servos inúteis; apenas cumprimos o nosso dever”.

 

Introdução

 

 

Durante o período de discipulado, Jesus ensinou sobre alguns temas que deixaram os discípulos preocupados. Coisas que desafiavam os homens à mudança de vida, a um compromisso maior, bem como, a desenvolverem novas posturas até então não priorizadas.

 

 

Veremos os desafios propostos, a reação dos discípulos, a provisão divina para o cumprimento dos desafios e o ensino sobre como eles deveriam lidar com suas próprias expectativas após conseguirem cumprir a vontade de Deus. Os desafios propostos geram uma reação que por sua vez se positiva, gera a provisão divina para cumprir a vontade de Deus.

 

 

Os desafios propostos por Jesus

 

 

O cuidado pessoal para não ser uma pedra de tropeço, Lucas 17.1 e 3 “é impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Olhai por vós mesmos”

 

 

Jesus pode ter dirigido essa advertência aos lideres religiosos, que ensinavam seus discípulos a serem hipócritas (Mateus 23.15 “Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas, porque percorrem terra e mar para fazer um convertido e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes mais filho do inferno do que vocês”), os fariseus perpetuavam um sistema maligno. (e tem sido assim até o dias de hoje).

 

 

Uma pessoa que ensina outras tem uma grande responsabilidade (Tiago 3.1 “Meus irmãos, não sejam muitos de vocês mestres, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com maior rigor”), assim como o medico, aquele que ensina deve ter em mente esse antigo juramento “em primeiro lugar, não causarei dano algum”.

 

 

Diante do exposto, creio que os discípulos mergulharam dentro deles mesmos para sondarem seus corações e suas atitudes. Provavelmente, perceberam muitas áreas ainda não tratadas e que poderiam se tornar em campo minado para a vida de outros. Eles precisavam da ajuda do Senhor. E nós também.  

 

 

O cuidado para que outros não se tornem pedra de tropeço, Lucas 17.3 e 4 “e, se teu irmão pecar contra ti, repreende-o e, se ele se arrepender, perdoa-lhe. E, se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes no dia vier ter contigo, dizendo: arrependo-me; perdoa-lhe”.

 

 

Como se não bastasse o cuidado pessoal, ainda tinham de ajudar outros a endireitar suas veredas. O desafio parecia ser maior que a capacidade de realização. Esse cuidado para que os outros não se tornem pedras de tropeço, pode ser administrado da seguinte forma, conforme orientações do Mestre:

 

 

Repreendendo-os quando eles pecarem contra nós (Provérbios 24.25 “Mas para os que o repreenderem haverá delícias, e sobre eles virá à bênção do bem”, 2 Timóteo 3.16 “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça”). (redargüir = replicar, recriminar).

 

 

Perdoando-os quando eles se arrependerem (Hebreus 10.18 “onde essas coisas foram perdoadas, não há mais necessidade de sacrifício pelo pecado”)

 

 

Perseverando na atitude perdoadora continuamente

 

 

A reação dos discípulos diante dos desafios

 

 

O sentimento de incapacidade humana, “acrescenta-nos a fé” Lucas 17.5 Eles sentiram que, diante do ensino, o nível de fé que possuíam não estava à altura dos desafios. Por isso pediam:

 

 

Fé para viverem de tal maneira a nunca se tornarem pedra de tropeço; Fé para deixarem de ser pedra de tropeço, conforme o caso; Fé para conseguirem repreender alguém em amor; Fé para perdoarem quando há arrependimento da outra parte; Fé para continuarem perdoando mesmo quando o arrependimento do outro parece ser apenas aparente.

 

 

O pedido dos discípulos foi genuíno, queriam a fé necessária para que pudessem perdoar verdadeiramente. Mas Jesus não respondeu diretamente a pergunta deles, porque a quantidade de fé, não é tão importante quanto à autenticidade (eu posso dizer que tenho fé para mover os montes na frente de pessoas, mas quando estou só, posso duvidar de um simples livramento de Deus).

 

 

Você já se viu em situações em que acha não ter fé suficiente para vencer determinado desafio? Enfermidade na família, desemprego, conflitos emocionais, etc., todos esses podem representar situações para as quais carecemos de uma medida maior de fé. Era assim que os discípulos se sentiam. 

 

 

Então o que é a fé? É a confiança e a lealdade completa a Deus, que resulta em uma disposição de fazer a vontade dEle. A fé não é algo que usamos para nos exibir a outras pessoas, e sim para obedece a Deus ter plena confiança nEle.

 

 

A provisão divina para o cumprimento dos desafios

 

 

Uma palavra de autoridade – Lucas 17.6 “Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: Desarraiga-te daqui, e planta-te no mar; e ela vos obedeceria”

 

 

Mesmo quando a fé parece ser pequena para tamanhos alvos, como a fé do tamanho de um “grão de mostarda”, podemos confiar que ao falarmos, determinando algo, assim se fará a nosso favor (Mateus 18.19 “Também lhes digo que se dois de vocês concordarem na terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem, isso lhes será feito por meu Pai que está nos céus”). Veja que o exemplo dado por Jesus toma-se por referencial uma amoreira que estava por ali, perto deles. Talvez querendo que eles entendessem que não deviam estar preocupados com coisas distantes, mas apenas, com as que estivessem diante deles dia a dia.

 

 

Enfatiza o poder da palavra liberada com fé, ordenando a remoção do obstáculo enfrentado, com autoridade.(e já estudamos em lições anteriores que Jesus nos deu poder e autoridade sobre tudo) 

 

 

Como lidar com as expectativas após a tarefa cumprida

 

 

considerando-se um servo inútil, Lucas 17.10 “assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer”

 

 

Devemos permanecer humildes mesmo quando conseguimos cumprir o que Jesus mandou. Não pensando que somos especiais ou que alguma virtude temos em nós mesmos para isso. Também que não esperemos nada em troca por qualquer ato vitorioso.

 

 

Se obedecermos a Deus estamos apenas cumprindo nosso dever, e devemos considerar isso um privilegio.

 

 

Em outras palavras, somos desafiados a nos considerarmos apenas servos inúteis:

 

 

não tendo sido uma pedra de tropeço,

 

 

cumprindo o papel de repreender alguém para restauração,

 

 

não nos gloriando por havermos perdoado alguém,

 

 

com humildade mesmo quando perdoamos mais do que o habitual

 

 

Conclusão              

 

 

Os desafios de Jesus nos levam a encarar a nossa incapacidade humana. Tal senso de inadequação nos conduz ao clamor, que por sua vez gera uma resposta e uma provisão. (2 Crônicas 7.14 “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”).

 

A provisão de Jesus para eles e para nós está no fato de usarmos nossa palavra de autoridade contra aquilo que se opõe ao nosso caminho. Quando obedecemos e vemos os resultados, certamente nos alegramos. Que a nossa satisfação, porém, não nos conduza à soberba, como se tivéssemos algum mérito especial. A consciência de que somos servos, e servos inúteis que só fizeram o que era obrigação fazer, nos manterão sóbrios, para que o engodo de satanás não encha o nosso coração de auto-suficiência ou independência de Deus.

 

Palavra compartilhada no PG Shamá 04/10/2011


 

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