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 Unidos em Cristo

 

 

 

Objetivo: considerar a importância da unidade, cooperação e amor fraternal entre os membros como imprescindíveis para o desenvolvimento espiritual da igreja (todos na mesma visão) e a eficácia de seu testemunho (sempre o nosso testemunho vai falar mais alto que nossas palavras).

Efésios 4.1 a 3“rogo-vos que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do espírito no vínculo da paz”.

A igreja é um corpo único, e para esse corpo funcionar temos que nos esforçar para não olharmos para o que nos leva a divisão, mas sim para aquilo que nos une, um espírito, uma fé, um Senhor, um batismo e um só Deus.

Introdução:

A igreja é formada por famílias com status social, cultural e econômico diferentes. Todas unidas pelo mesmo sentimento de amor ao Deus que nos criou e salvou e pela fé nas escrituras e em suas doutrinas.

No entanto, a convivência humana é difícil e desafiante. Muitas vezes, infelizmente, alguns se ferem e se machucam ao longo da caminhada rumo ao céu, o que não deveria ocorrer. Surgem então as perguntas:

Como mantermos a nossa unidade doutrinária e desenvolvermos relacionamentos interpessoais que promovam o nosso crescimento pessoal e do corpo de cristo? Como convivermos bem com o nosso próximo? Como poderemos manter aquecidos os nossos corações com o amor fraternal? Como trabalharmos unidos, em harmonia, sendo tão diferentes uns dos outros?

Vejamos o que Deus nos tem a dizer em sua palavra.

Importância da unidade

Qual o tema da oração sacerdotal de Jesus em João 17.19 a 21 “Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade. Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em mim, por meio da mensagem deles, para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste”.

A união de todos robustece a obra de cada um. À medida que a fé e o amor e a unidade da igreja se fortalecem mais, amplia-se lhes o círculo de influência, e eles devem alcançar o mais amplo limite dessa influência, estendendo constantemente os triunfos da cruz.

A unidade é possível em cristo?

Vejamos:

1 – Romanos 12.5 “assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros”.

2 - Gálatas 3.28 “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus”.

3 - Efésios 4.13 “até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo”.

4 – Mateus 12.24 e 25 “Mas quando os fariseus ouviram isso, disseram: É somente por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa demônios. Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá”.

5 - 1 Coríntios 1.10 “Irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo suplico a todos vocês que concordem uns com os outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês, e, sim, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer”.

6 - 2 Coríntios 3.11 “Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece”.

7 - Efésios 4.3 “Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”.

A família de Deus deve estar unida por laços de amor fraternal, companheirismo e fé. Deve-se desenvolver uma disposição alegre e cortês. Cada membro da igreja, bem como os amigos que nos visitam, deve sentir-se amado, querido, aceito e considerado parte do corpo de Cristo.

As pessoas desejam sentirem-se amadas, queridas e aceitas. Esta necessidade se agrava à medida que enfrentamos dificuldades. Como membros da mesma família cristã, devemos demonstrar interesse pelo bem-estar dos nossos irmãos na fé, partilhamos das suas alegrias e tristezas. Precisamos orar uns pelos outros e desenvolver maneiras de proporcionarmos alegria aos que nos rodeiam.

O que podemos fazer para desenvolvermos uma atmosfera de amor em nossa igreja?

1 – Romanos 12.15 “Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram”.

2 - Romanos 15.1 “Nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos”

3 – Gálatas 6.2 “Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo”.

4 - Atos 20.35 “Em tudo o que fiz, mostrei-lhes que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: Há maior felicidade em dar do que em receber”.

5 - Hebreus 13.3 “Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se fossem vocês mesmos que o estivessem sofrendo no corpo”.

6 - Tiago1. 27 “A religião que Deus, o nosso Pai aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo”.

Advertência aos mexeriqueiros

Os rumores circulados são frequentemente destruidores da unidade entre os irmãos. Há alguns que vigiam com a mente e os ouvidos abertos para captar escândalos que estão no ar. Reúnem pequenos incidentes que em si mesmos são sem importância, e que são repetidos e exagerados até que um homem é considerado um ofensor por uma palavra. Conte e nós o contaremos. Esses mexeriqueiros fazem a obra de satanás com surpreendente fidelidade, pouco sabendo quão ofensivo a Deus é seu procedimento.

O espírito de tagarelice e maledicência é um dos instrumentos de satanás, para semear a discórdia e a luta, para separar amigos e diminuir a fé de muitos na veracidade de nossas crenças.

O que as escrituras dizem sobre mexericos

1 - Provérbios 6.16 a 19 “Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos”.

2 - Provérbios 20.19 “Quem vive contando casos não guarda segredo; por isso, evite quem fala demais”.

3 - Provérbios 26.20 “Sem lenha na fogueira se apaga; sem o caluniador morre a contenda”.

4 - 1 Coríntios 12.20 “Assim, há muitos membros, mas um só corpo”.

Para meditar: “pensamos com horror nos canibais que se banqueteiam com a carne ainda quente e trêmula de suas vítimas, mas serão os resultados desta mesma prática mais terríveis do que a agonia e ruína causadas pela difamação dos intuitos, pela mancha da reputação, pela dessecação do caráter”.

Evitando contendas

O que a bíblia revela sobre contendas

1 – Provérbios 20.3 “É uma honra dar fim a contendas, mas todos insensatos envolvem-se nelas”.

2 – Provérbios 26.17 “Como alguém que pega pelas orelhas um cão qualquer, assim é quem se mete em discussão alheia”.

3 – Filipenses 2.3 “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos”.

4 – 2 Timoteo2.14 “Continue a lembrar essas coisas a todos, advertindo-os solenemente diante de Deus, para que não se envolvam em discussões acerca de palavras; isso não tem proveito, e serve apenas para perverter os ouvintes”.

O testemunho de todo o crente deve ser como se fosse um só. Todas as vossas pequenas divergências, que suscitam o espírito combativo entre os irmãos, são ardis de satanás para desviar as mentes da grande e terrível questão que está diante de nós. A verdadeira paz advirá entre o povo de Deus quando mediante zelo unido e fervorosa oração for perturbada a falsa paz que existe em grande medida. Agora há urgente trabalho a ser feito. Agora é o tempo de manifestar nossas qualidades soldadescas, apresente o povo do Senhor uma frente unida aos inimigos de Deus, da verdade e da justiça.

Conclusão: O sucesso do convívio interpessoal está na capacidade de entendermos que Deus fez cada ser humano diferente um dos outros. Cada pessoa se comporta de uma maneira. Cada ser é único. Devemos aprender a conviver harmoniosamente com cada estilo de pessoa, respeitando-as como elas são e identificarmos a melhor maneira de nos relacionarmos com elas. Procuremos olhar para as pessoas como sendo objeto do amor de Deus e um companheiro na jornada para o céu.

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