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O diácono que Deus procura 4

 

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Um diácono que seja puro

Segundo a lei de Moisés, a purificação era uma cerimônia exigida para limpar ou deixar livre de impureza: Um objeto, um lugar, uma pessoa.

A impureza era adquirida ao comer alimentos proibidos, padecer certas enfermidades da pele, tocar em um cadáver, entrar em contato com sangue. Tal impureza incapacitava a pessoa a tomar parte do culto e consequentemente não podia entrar na presença de Deus.

A questão da impureza não está ligada somente na vida terrena, mas principalmente no interior que consiste em obedecer aos preceitos divinos que exige; uma vida limpa regida pela justiça. Pelo amor a Deus, amor ao próximo e pela fidelidade a Deus.

Quando questionado pelos fariseus e escribas o porquê comiam sem lavar as mãos, Jesus respondeu:

Mateus 15.8 “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim”.

O povo de Deus diante dEle orava, adorava, cantava e louvava, mas os seus corações não estavam em Deus, nem obedecia a sua palavra.

Agiam como se a revelação de Deus e seus padrões de santidade não fosse obrigatório, ao invés de se deleitarem em Deus e na sua palavra, levavam o seu tempo em formalidades e tradições, ou seja, de qualquer jeito, como eles queriam e não faziam a vontade de Deus.

Esta idêntica condição de perigo destruidor, está em muitas igrejas hoje, o povo exalta e louva a Deus com os lábios, mas não lhes tem o mínimo de amor, nem dos santos ensinos, terminando o culto, voltam para suas casas praticando o que eram antes.

A questão da obediência e da fidelidade a Deus, sempre foi uma marca daqueles que querem ser um instrumento de Deus aqui na terra.

Não posso servir a Deus só da boca para fora, eu preciso servir por inteiro, não posso amá-lo da boca para fora, eu preciso amá-lo por inteiro.

Segundo a pregação de Jesus, a absoluta supremacia da pureza moral, significa, estar de coração limpo.

Mateus 5.8 “Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus”.

Hebreus 12.14 “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”.

Portanto para sermos vasos úteis e preparados, nos precisamos estar puros. Isaias experimentou a presença de Deus e logo percebeu que não estava preparado.

Isaias 6.5 “Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos”.

Ao contempla a santidade de Deus, Isaias reconhece imediatamente sua própria imperfeição e impureza principalmente sobre as palavras, Deus então purifica os lábios e seu coração e o torna apto para permanecer na sua presença, como servo e profeta de Israel.

É bom lembrar que é Deus quem santifica, porém é o homem que deve se purificar.

2 Coríntios 7.1 “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus”.

2 Timóteo 2.21 “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra”.

Ao nos colocarmos na posição de servos, Deus realiza seu trabalhar em nossa vida.

Zacarias 13.1 e 2 “Naquele dia haverá uma fonte aberta para a casa de Davi, e para os habitantes de Jerusalém, para purificação do pecado e da imundícia. E acontecerá naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, que tirarei da terra os nomes dos ídolos, e deles não haverá mais memória; e também farei sair da terra os profetas e o espírito da impureza”.

Fale comigo: valmir@ieqcervezão.com.br