Apostila : Rainha dos céus.

Qua, 03 de Novembro de 2010 17:48 Pastora Regina
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Rainha dos Céus

Gn 10

I Crônicas 1: 8 a 10

 

Depois do dilúvio, Deus  ainda estava a procura de um povo de propriedade exclusiva Dele.

Origem dos povos.

Era para ser tudo diferente.

Ninrode vem da geração de Cam, filho de Noé (caçula) – viu a nudez do pai e contou a todos e por isso o pai o amaldiçoa. (9: 22)

Descendentes de Cam: Cananeus, Egípcios, Filisteus, Hititas e Amorreus.

Ninrode homem forte, caçador poderoso, mas se opunha a Deus. Foi o primeiro rei da terra pós-diluviana. Também foi o primeiro sacerdote ocultista na terra. Iniciou os ritos de todas as seitas feiticeiras realizadas em diferentes países e seitas onde se envolvem atos sexuais, adoração aos ídolos. Começa a edificar muros, para dar mais segurança; depois cidades para proteger os  moradores das feras. Começou seu reinado em Babel, Erec, Acad, Calné, na terra de Sinear que se tornou a Babilônia, edificando Nínive, Recobot, Cala e Rezem, que se tornou Assíria.

Historiadores Bíblicos consideram Ninrode fundador do império Babilônico. (Gen 10:10)

Ocupava o mesmo lugar da torre de Babel. Babilônia é o berço da vaidade, da ostentação e da impiedade do mundo.

Existem muitas profecias contra a Babilônia. (Isaías 13; 14; 21: 1 a 10; 47: 1 a 3; Jer 50)

I Pedro  5: 13 ( Aquela que se encontra em Babilônia – Roma).

Apoc 14: 8 (Um anjo anuncia a queda da Babilônia).

Apoc 16: 19( No flagelo da 7ª taça, Deus  se lembra da grande Babilônia para dar-lhe o cálice de vinho do furor de sua ira).

Apoc. 18 (A queda final de Babilônia)

Babilônia- seus jardins suspensos foram considerados uma das 7 maravilhas do mundo. O templo de Bel (Senhor) tinha a altura de 200 metros de altura. Até hoje, no mundo inteiro não há catedral tão alta. Era  nesse templo que Nabucodonozor guardava os vasos sagrados que levara do Templo de Jerusalém.

A enciclopédia Judaica traduz o nome Ninrod como “Rebeldia”. Nome hebraico de Saragon, um dos primeiros rei pós diluvianos(bisneto de Noé).

Planejou a construção de Babel – porta de Deus.

Babel em hebraico balal, nome hebraico dado a Babilônia (port6a de Deus).

Primeira cidade edificada após o dilúvio (11: 2 a 9) – Sede do governo de Ninrode (10: 8 a 10)

O objetivo real da torre era estabelecer nela o centro do governo, do império do mundo. Os homens envolvidos na construção de Babel eram rebeldes, perversos, queriam fama mundial que lhes permitisse dominar a criação de Deus.

Se Deus permitisse, eles assumiriam o controle da história, não haveria limites para a rebelião desenfreada contra Deus. O reino dos homens excluiria o reino de Deus.

Deus confunde as línguas, ou seja, sem linguagem comum é impossível o esforço conjunto.

Algo muito importante para se saber é sobre a Assíria. Essa  foi chamada de terra do deus Assur.

Esse Assur foi provavelmente o filho de Ninrode.  Tamuz (Ez 8: 14) Uma divindade adorada em toda Babilônia, Assíria, Felícia e Palestina. Deus da fertilidade. Deus preferido das mulheres (Daniel 11: 37).

A idolatria que o pai  e a mão iniciaram o elevou a posição de  um deus. Esse povo partilhava da civilização da Babilônia de onde haviam imigrado.

Povo cruel e feroz, empalava e queimava vivo os habitantes das terras conquistadas. Os Assírios eram um povo de receio e horror para Israel.

Assim, seguiu seus ensinos de ocultismo, mesmo após sua morte, quando foi esquartejado e queimado para se enterrar cada pedaço em Babilônia em diferentes lugares.

Esta prática é usada atualmente para consagrar territórios a diferentes espíritos e amaldiçoar

a terra.

Semírames  esposa de Ninrode .(O nome Semiramis é a forma helenizada do nome sumério "Sammur-amat", ou "dádiva do mar") Também era conhecida por Ishtar deu à luz a Tamuz dizendo ser a encarnação de Ninrode, gerado de forma não natural, ela possuía conhecimento do texto de Gn. 3:15, onde Deus disse que traria um descendente da mulher. Isso foi uma zombaria com o nascimento de Cristo.

O espírito de Babilônia nas cidades freia o Evangelho, freia o Espírito Santo, opondo-se ao plano de Deus. Ninrode na Babilônia constituiu-se em um deus, chamado deus das Fortalezas ou Baal, Príncipe da Babilônia.

Com a morte de Ninrode, Semírames ocupou seu lugar como deusa e depois como deusa mãe, cujo culto se propagou entre todas as  gentes e trouxe a adoração e a idolatria à deusa mãe em toda nação babilônica pagã entrando em todas as culturas antigas a adoração à Rainha dos Céus. Esse é um principado das Trevas que se manifesta na deusa Lua, na Diana dos Efésios.

Conta-se que após sua morte subiu ao céu transformada em pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz.

Assim, a Rainha dos Céus se estabeleceu como padroeira e senhora em povos e impérios, entre assírios e fenícios, que se referem a ela como Ishtar, Astarfet, deusa do amor, deusa da fertilidade. Os germanos adoram a Virgem Getra; os escandinavos adoram a Rainha dos céus Diza, os gregos como Afrodite ou Ceres; os romanos a Vênus; os judeus a reconheciam como Astarot; os egípcios adoram como Isis; os efésios a Diana; os brasileiros à Aparecida.

Jeremias 7:17-20  Não vê o que estão fazendo nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém?

Os filhos ajuntam a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa e fazem bolos para a Rainha dos Céus. Além disso, derramam ofertas a outros deuses para provocarem a minha ira.

Mas será que é a mim que eles estão provocando?, pergunta o Senhor. Não é a si mesmos, para a sua própria vergonha?

" Portanto, assim diz o Soberano Senhor: A minha ardente ira será derramada sobre este lugar, sobre os homens, os animais, e as árvores do campo, como também sobre o produto do solo; ela arderá como fogo, e não poderá ser extinguida.

44:15-19 Então, todos os homens que sabiam que as suas mulheres queimavam incenso a outros deuses, e todas as mulheres que estavam presentes, em grande número, e todo o povo que morava no Egito, e na região de Patros, disseram a Jeremias:

"Nós não daremos atenção à mensagem que você nos apresenta em nome do Senhor!

É certo que faremos tudo o que dissemos que faríamos: Queimaremos incenso à Rainha dos Céus e derramaremos ofertas de bebidas para ela, tal como fazíamos, nós e nossos antepassados, nossos reis e nossos líderes, nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém. Naquela época tínhamos fartura de comida, éramos prósperos e em nada sofríamos.

Mas, desde que paramos de queimar incenso à Rainha dos Céus e de derramar ofertas de bebidas a ela, nada temos tido e temos perecido pela espada e pela fome".

E as mulheres acrescentaram: "Quando queimávamos incenso à Rainha dos Céus e derramávamos ofertas de bebidas para ela, será que era sem o consentimento de nossos maridos que fazíamos bolos na forma da imagem dela e derramávamos ofertas de bebidas para ela? "

At.19:23 a 41 fala do principal templo feito a Diana, mostra a grande influência que esse espírito controlador de toda a Ásia exercia ali. O apóstolo João, com sua oração e intercessão, destruiu sua imagem. Será que no Brasil ninguém se levantará para fazer cair aqui esse principado?

Satanás se encarregou de manter as pessoas em trevas. No Brasil, inventou a falsa Maria com um falso culto, submetendo os cristãos aos costumes babilônicos, pagãos, colocando-a como intercessora entre Cristo e a pessoa.

São Bernardo disse e escreveu: No 3º dia após a morte de Maria, os discípulos estavam ali reunidos à volta da tumba, encontrando-a vazia; e que seu corpo tinha sido levado ao paraíso celestial onde o próprio Deus a coroou como Rainha do Céu.

Depois dessa blasfêmia que se tornou pública, no ano 400 no Concílio Ecumênico de Éfeso, a declara Mãe de Deus, continuando até essa data.”

Quando se descobriu a América, veio a idolatria junto com o culto à Maria, mesclado com as adorações antigas. Vem como um espírito bondoso, que se converte num demandador de sangue e oferendas. Muitos podem perguntar: Onde está a Rainha dos Céus?

Onde há uma imagem esculpida por homens como Rainha Mãe. Ali ela está.

No 3º Céu, Jesus reina; No 2º Céu, Satanás reina através da Rainha do Céu, onde controla império e governos na terra.

Em todas as culturas, antigas ou modernas, se apresenta com um coroa de fortaleza que lhe dá autoridade para ser padroeira da cidade, montanhas, rios, mares, deuses e nações. A pergunta é: Quem a coroa? São as nações, o ser humano, que concordou em coroá-la; por isso tem tanta autoridade sobre as nações.

Por isso, quando guerreamos contra ela temos de arrancar-lhe a coroa, símbolo de autoridade, estabelecendo o Reino de Deus. Isso se refere a cada rainha local e essa guerra não é de um dia nem dois. É com choro, com gemidos, com perdão identificativo, é de anos e anos, golpeando sempre para enfraquecê-la, pois é um demônio, e em cada cidade, povoado, vilas, há uma rainhazinha debaixo de um comando de uma maior.

No México, a Virgem de Guadalupe vem dos astecas, que adoravam uma deusa da morte que lhes dava terror (A Tonance). Sacrificavam a ela num monte alto. Quando os espanhóis vieram, para conquistar o México, não podiam controlar os rituais, então inventaram uma estória de um índio que teve um visão da Virgem de Guadalupe no lugar onde faziam os sacrifícios para a deusa da morte. Daí, edificaram a Vila de Guadalupe que é uma catedral à tal virgem que substituiu a Tonance dos Astecas. Um ex-bispo católico escreveu toda essa história de mentira, ficando proibido tal livro. Por isso em cada lugar é preciso ver sua verdadeira história, para saber como guerrear.

I Timóteo 2 : 5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo .

Tão  cedo  como o vigésimo primeiro século A.C,o povo de Ur dos Caldeus na Sumera  adoraram a deusa-mãe chamada Ishtar. Por volta do mesmo tempo, os  Minoenses de Creta tinham uma deusa-mãe  com “sua divina criança Velchanos” em seus braços. Depois,o povo de Cyprus reverenciou uma deusa, que parecia ter sido feita de acordo com o modelo da Sumeriana Ishtar e depois adotada pelos Gregos como Afrodite,ou Astarte.

Os babilônios, que conquistaram a Suméria, por volta do vigésimo segundo século A.C,relataram as suas crenças nos corpos celestiais. Eles reverenciavam os planetas como deuses e deusas e igualaram o planeta Venus com a Sumeriana deusa-mãe Ishtar.

Os babilônios adoravam Ishtar como “A Virgem”,  “A santa Virgem”, “A Virgem Mãe”, “Deusa das Deusas”, e “Rainha dos Céus e da Terra”. Eles exclamavam “Ishtar e grande! Ishtar e rainha! Minha Senhora e exaltada,minha Senhora e rainha…Não há nenhuma como ela.”

Eles a chamavam de “Resplandecente luz dos céus, luz do mundo, iluminadora de todos os lugares aonde os homens habitam, a que ajunta todos os exércitos das nações”, e eles clamavam, “Aonde você  olha,os mortos vem para vida, e os doentes levantam e andam,a mente dos enfermos e curada quando eles olham em sua face”.

Na mitologia babilônica, Ishtar usava uma coroa e era relacionada  com Tammuz (Deus sumério da vegetação e da pastorícia, morria todos os anos para ressuscitar, simbolizando o ciclo de vida vegetal. Antes de morrer foi o pastor do rei de Uruk, cargo de importância.
Podia também ser conhecido como Damuzi ou Dumuzi e era marido (ou amante) de Ishtar)
     que as vezes era retratado como seu filho,e as vezes como seu amante.

Ate parece que a Sumeriana-babilonica Ishtar  era a equivalente a Egipcia Isis e o modelo para a Grega Afrodite, Romana Venus, Assíria Nina, Firgiana e Romana Cibele, Fenicia Astarte, e Astarte da Siria.Em essência elas eram a mesma deusa-mae.

Os  Egípcios chamavam Isis de “ a grande MÃE” e a  “MÃE de Deus”. A adoração  a Isis  se espalhou por toda a Itália no segundo  século, e depois,por todo o Império Romano. Essa deusa era retratada com sua “divina criança Horus” em seus braços e largamente aclamada como “A Rainha dos Céus” e “A Mãe de Deus”.

O povo da fenícia adorava a Baal. Baalismo  incluía a adoração de Moleque com ardentes sacrifícios de crianças e a adoração de Astarte, , Rainha dos Céus.

Quando a princesa Fenícia Jezabel se tornou a esposa do Rei Acabe, do reino Norte de Israel, ela o influenciou a estabelecer a adoração a Baal por todo o reino . (I Reis 16:29-33; 21:25-26). Isso embaraçou o povo de Israel com a adoração da Rainha-dos-céus. Como resultado, Hashem (Deus) julgou-os com o Cativeiro-Assírio ( II Reis-17:5-7,16-18).

Athalia, a filha de Athalia, a filha de Acabe e Jezabel, se tornou a esposa do Rei Jeorão, do Reino de Judá. Ela o influenciou a fazer o que o seu pai havia feito:-estabelecer a adoração  a Baal em seu reino ( II Reis 8:16-18). Seu filho Acazias, o próximo rei de Judá, fez o mesmo (II Reis 8:25-27), assim como o Rei Manassés (II Reis 21:1-6). Esses feitos embaracaram o povo de Judá na adoração a “Rainha-dos-Céus. Assim Hashem(Deus) julgou-os com o Cativeiro Babilônico (II Reis 21:12-14).

http://nossasenhoradasamericas.blogspot.com

Acesse o site e veja o nome da rainha do céu (padroeira) em cada país.

 

 

1º- A expulsão de demônios - Esse ministério é necessário, mas havendo verdadeiro arrependimento, o Espírito Santo os expulsa por si mesmo.

2º - Contra o ocultismo organizado - Libertar pessoas da luta dos poderes das trevas afligindo-as com bruxarias, satanismo, adivinhação, maçonaria, candomblé, macumba.

3º A guerra territorial - Onde enfrentaremos o modelo da Rainha do Céu. Principados de alto nível. Influencia as pessoas através das seitas acima, dos obeliscos (que não são inocentes, tem um porque para estar ali), mas colocados em Linhas Lei em tamanhos gigantescos até 45m. O Egito está saturado deles, sendo que alguns destes foram levados ao Parque Central de New York; outro em Washington que está numa Linha Lei direta com a Casa Branca. Há outro do Egito em linha direta com o Vaticano, que possui um na frente da catedral de São Pedro.

Os obeliscos estão associados ao culto do deus sol, símbolos de Baal, Ninrode, que são reconhecidos como símbolos sexuais; acreditavam que numa relação sexual havia vida, por isso, o obelisco é reconhecido como símbolo da vida “O Sol” – sendo um culto “Fálico”.

Dentro das Igrejas Católicas e grandes catedrais há obeliscos disfarçados. Estão em todas as cidades, grandes ou pequenas. Porque isso é um culto a Ninrode, através de rituais e atos sexuais (culto fálico-  Do falo ou a ele relativo -  falo latim phallus,  Representação do pénis, como símbolo da fecundidade da natureza).

Quando vamos nos meter nessas guerras com rainhazinhas, temos de ir aos obeliscos, pois estes alimentam a Rainha do Céu. A palavra “imagens” é traduzida com diferentes significados, sendo uma delas matsebarrá que significa “imagens altas ou obeliscos”. Outra palavra para obelisco é “Hamananin”, traduzida como “Imagens do Sol”

I Re.14:23 – II Re.18:4; 24:14; - Jr.43:13 – Mq. 5:13 – Is.17:8: 27:9 – Ez.8

Antes de se envolver em Guerra estratégica, temos de analisar cada área de nossa vida, que participação teve no passado com a Rainha do Céu ou com as Rainhazinhas. O que podemos ter em comum, alianças com a Rainha do Céu. Precisamos pedir ao Senhor que nos mostre e sonde os nossos corações para ver onde existe qualquer contaminação em nós deste comando.

 

Existe uma trindade satânica que trabalha unida, hoje, contra a igreja do Senhor Jesus, e o guerreiro de oração não pode ignorar esse fato. Referimo-nos ao espírito de Roma (Babilônia), ao espírito de Jezabel e ao islamismo comandado pelo espírito de Senaqueribe.

O propósito dessa trindade é resistir e impedir nosso crescimento, bloquear espiritualmente o avivamento que o Espírito Santo tem trabalhado para realizar em nossos dias. Não é sem razão que o Espírito Santo tem dado a muitos servos, no Brasil, discernimento a respeito deste assunto. Precisamos de mais luz a respeito dessa questão, pois os guerreiros de oração têm necessidade de compreender melhor quem nos resiste e como agem essas forças satânicas.

Sabe-se, de pronto, que a origem dessa resistência é uma só: o próprio Satanás, coadjuvado por suas hostes malignas, com o objetivo de minar a Igreja por dentro e por fora, a fim de impedir a prosperidade do povo de Deus. Tais hostes infiltram-se na cultura dos povos e introduzem uma mistura de cultos e de ritos; lançam fardos cada vez mais pesados  para afastar o povo de Deus.

Temos no Brasil, hoje, um dos mais expressivos sincretismos religiosos entre nações, puxado por uma religião oficial que é mistura e contaminação do espírito da Babilônia.

Não apenas isso: salta aos olhos uma trilogia maligna formada por Roma, que na Bíblia é representada pela Babilônia; pela feitiçaria, comanda pelo espírito de Jezabel, e pelo islamismo originário do rei Senaqueribe, da Assíria (Is 36).

O traçado de um paralelo entre a feitiçaria e a idolatria ajuda a entender esse sincretismo.

 

o      a idolatria, que traz para a igreja um espírito de religiosidade envolta por uma vida de aparência e falsa santidade. A feitiçaria introduz no meio do povo a contaminação pela imoralidade, pela sensualidade e pelos pecados sexuais. Todo rito de feitiçaria é fortalecido pela perversão sexual, cuja maior arma é a imoralidade;

o      a idolatria centrada nos templos, nas grandes catedrais, e a feitiçaria praticada nos lares.

o      a separação entre clero e leigos, que tirou o sacerdócio das mãos do povo, trouxe um culto formal e organizado sem a presença e liberdade de atuação do Espírito Santo, impedindo o acesso do povo à Palavra de Deus. A feitiçaria colocou o sacerdócio nas mãos dos leigos e deu-lhes um culto com a manifestação do sobrenatural das trevas;

o      a idolatria que adotou a forma de governo do antigo Império Romano, um governo centrado e controlado pelo sacerdócio. A feitiçaria é independente e os seus locais de reuniões são controlados por entidades malignas, que se incorporam nas pessoas denominadas ‘cavalos’ e ‘aparelhos’;

o      a idolatria visível, pois nada mais é oculto nesta área; a feitiçaria, no entanto, opera em oculto;

o      a idolatria disfarçada, que normalmente passa despercebida porque opera usando a própria Bíblia.

 

É preciso que os guerreiros de oração se levantem contra esta potestade, declarando que o Brasil é do Senhor Jesus e proibindo tais manifestações manipuladoras.

·       Igreja da Babilônia

A idolatria introduzida por Roma atacou a igreja na asa da celebração, tornando seu culto litúrgico, dando-lhe uma aparência de piedade e de falsa santidade, porém com permissividade e sem o poder de Deus, em circunstâncias que mais valorizavam os rituais que a experiência pessoal com Deus. Um culto centrado no homem em vez de centrado em adoradores, com muita pompa, mas vazio para o espírito do homem.

Tirou a Igreja das casas e a transportou para os templos e catedrais; tirou toda a liberdade concedida pelo Espírito Santo e tornou a Igreja triste, fria e deprimida, até que o Espírito Santo começou a trazer ventos da reforma.

A feitiçaria atacou a outra asa,  a do grupo pequeno. A Igreja que havia alcançado, nos dois primeiros séculos, todas as regiões onde o Império Romano dominava – sem nenhuma estrutura centralizada nos templos, por estar nas mãos do povo –, conseguiu que cada casa se tornasse uma igreja e cada membro um líder. Líderes que foram reconhecidos pelo caráter e pelo testemunho de vida diante da comunidade. A palavra era pregada por todos; todos eram cheios do Espírito Santo e usados nos dons para levarem as pessoas a conhecerem o Senhor Jesus e com Ele firmarem um comprometimento pelo discipulado.

A feitiçaria atacou os lares, tirou a Igreja das casas, introduziu o seu culto até nos fundos de quintais, os chamados “terreiros”. Os grupos pequenos visa resgatar estes lares, libertando-os e limpando-os desses cultos a demônios, para estabelecer um altar ao Deus vivo e restaurar o Senhorio de Cristo nas famílias. Este é um dos principais objetivos de conquista dos guerreiros de oração.

Uma das provas do que falamos é o culto a Iemanjá, a entidade que está por trás da idolatria a Maria no Brasil, cujas vestimentas são totalmente definidas pela sensualidade que se tornou a marca da mulher brasileira. A feitiçaria trabalha com tudo que é sobrenatural, seduzindo com um poder que muitos desejam, levados pela ignorância da condenação de Deus a estas práticas.  Tudo que estes praticam é em oculto, na intimidade dos lares. As pessoas possuem, em suas casas, altares, símbolos ligados a demônios, chamados na Bíblia de ídolos do lar.

·        Jezabel

O que é a feitiçaria? Nada mais que o uso e manipulação, pelo homem, de forças espirituais das trevas para tentar dominar pessoas ou situações com objetivos escusos.

O espírito de Jezabel é uma das mais fortes expressões da feitiçaria. Ele aproveita brechas para exercer o controle, a manipulação e a sedução, afetando a mente e as emoções das pessoas; atua no mundo, no âmbito da família e no segmento da Igreja, onde busca influenciar e prender seus membros. O espírito de Jezabel é o mesmo que foi enfrentado por Elias e por João Batista nas pessoas de Jezabel e de Herodias, respectivamente.

As obras de feitiçaria, nas suas diferentes modalidades, roubam a unção, matam os verdadeiros profetas, introduzem um culto místico, contaminam a igreja e destroem as vozes proféticas da casa do Senhor. Quando essas obras de feitiçaria, conduzidas pelo espírito de Jezabel, atacam a igreja, elas afetam de modo maligno as mentes dos líderes, intimidando-os e impedindo-os de ouvirem Deus. Uma das mais fortes armas desse espírito trevoso é o encantamento sexual, que quando lançado sobre os líderes os induzem ao pecado. Na vida familiar, entre outros estragos o ataque do espírito de Jezabel costuma remover a autoridade do homem e inverter os papéis de mando entre marido e mulher. Em

outras palavras, retira das mãos do marido o sacerdócio que Deus lhe deu; na casa do Senhor, tenta minar a autoridade dos pastores pela sedução.

Mas glória a Deus, que tem restaurado o ministério profético nos nossos dias. É esta unção profética que, juntamente com a unção apostólica, quebrará todo o controle maligno de Jezabel e liberará a unção genuína de Deus. O que se percebe, em nossos dias, é que o senhor quer restaurar tudo o que foi roubado da igreja quando foram quebradas as suas asas. Como igreja precisamos entender que esta é, hoje, a estratégia de Deus: trazer a restauração completa da igreja como corpo, com todos os seus ministérios funcionando para levar seus membros à santidade (Ef 4:11-12). Contudo, até que a adoração e o culto espontâneo livre se manifestem, será necessária uma guerra ampla e aberta, na qual os guerreiros de oração desempenharão papel vital no corpo de Cristo para combater a resistência da igreja nos lares.

·        Islamismo ( Religião monoteísta, cuja doutrina se encontra no Alcorão. = islão, muçulmanismo)

No décimo quarto ano do reinado de Ezequias em Jerusalém, o rei Senaqueribe, da Assíria, tomou todas as cidades fortificadas de Judá. O cerco que impôs a Jerusalém durou aproximadamente dez anos, até que, por intervenção Divina e em uma única noite, cento e oitenta e cinco mil homens do seu exército foram mortos. Ao retornar à Assíria, Senaqueribe foi morto por dois de seus filhos quando adorava na casa de Nisroque, seu deus. Sua estratégia de conquista foi, sempre, levar os povos que estavam sob seu domínio para outras terras, tirando-os de seus locais de nascimento, fazendo deles um povo desterrado,

moradores de terras estranhas, que nessas condições não ofereciam resistência e não se rebelavam.

Senaqueribe foi o responsável pela introdução, em Israel, do culto misto, como está descrito no Novo Testamento. Originário da Assíria, região onde hoje impera o mais radical islamismo, o alvo desse povo sempre foi ver Jerusalém, que representa nossa realidade espiritual como Igreja, destruída. Para mais amplo entendimento sobre as origens do principado de Senaqueribe, sugerimos a leitura de II Rs 18; de II Cr 32 e de Is 36 e 37.

·       Espírito do islamismo

Por que o espírito do islamismo quer atacar a igreja de Cristo?

Por causa da perspectiva de restauração da Igreja, que sai de Roma e volta a Jerusalém. A igreja está retornando as práticas e  estilo de vida conduzidos pelo Espírito Santo, tal como Ele operava na igreja em Jerusalém.

Esse retorno desagrada ao principado representado por Senaqueribe, que nas Escrituras é apontado como aquele que atua por trás do comando do islamismo. Ele é o causador da resistência à igreja do Senhor na visão genuína de Jerusalém, e foi levantado pra impedir grandes ministérios de romperem e de crescerem na visão que Deus tem lhes dado; é o principado responsável pelo anti-semitismo (Sistema político-social oposto aos Semitas, e particularmente aos Judeus) no âmbito das igrejas e das nações; representa todo o ódio contra os judeus e é o príncipe que semeia a traição, o culto misto, a disputa e o

assassinato; que instala contendas e dúvidas a respeito do caráter dos líderes da Igreja, que bloqueia a vida financeira do povo de Deus, que lança a escassez e os impedimentos à multiplicação da igreja, promovendo cercos como o que ocorreu com Jerusalém nos tempos de Ezequias.

O principado que rege o islamismo, a feitiçaria e a idolatria da igreja de Roma formam, nos dias de hoje, uma trindade satânica usada de muitas maneiras pelos principados para atacar a igreja de Cristo. O confortador, nesse cenário, é que o Espírito Santo tem trabalhado e trazido aos seus servos revelações acuradas a respeito das estratégias malignas que temos enfrentado e que iremos enfrentar. Nunca houve, antes, tanta revelação a respeito dessas ameaças para nossas vidas, para as igrejas e para ministérios pessoais.

O fato a ser considerado é que essas forças infernais estão trabalhando para impedir o crescimento da igreja do Senhor Jesus. A idolatria tem atacado a celebração, a feitiçaria tem ferido o ganhar almas e Senaqueribe tem afetado a visão da igreja primitiva em Jerusalém.

Embora manifestações diferentes, são ofensivas originárias de uma mesma fonte: Satanás.

Quando Senaqueribe invadiu Judá, antes da tentativa de tomar a cidade de Jerusalém ele lançou um pesado fardo sobre o povo. Foi quando Ezequias retirou o ouro e a prata que ele mesmo havia colocado no templo, quando de sua restauração, e entregou todos os tesouros a Senaqueribe. A mesma influência que esse principado exerce, hoje, na forma de roubo à Igreja, na criação de dívidas, na retenção da prosperidade do povo de Deus (II Rs 18:15-16).

Em II Cr 32:7-8, podemos ver como o espírito de Senaqueribe usa o braço da carne  para alcançar os seus objetivos. Sempre que atua, os ministérios atacados começam a enfrentar problemas com obras da carne, com pecados, com escândalos e contaminações.

Uma de suas artimanhas é incitar as pessoas à rebeldia e à murmuração, lançando dúvidas a respeito do caráter dos pastores e de líderes. Quando o mensageiro de Senaqueribe chegou aos muros de Jerusalém, disse a Ezequias (Is 36:16-18) que ele não possuía a proteção de Deus e havia perdido a direção. Quantos têm se rebelado contra seus líderes usando estas mesmas palavras, levando a igreja a duvidar do próprio Senhor?

Senaqueribe requer morte e sacrifício:

“... Assim diz Ezequias: Este dia é dia de angústia, de castigo e de opróbrio, porque filhos são chegados à hora de nascer e não há força para dá-los à luz”. (Is. 37:3).

Quando o espírito de Senaqueribe faz seu cerco, não há força para a multiplicação; ao contrário, predomina um sentimento de fraqueza, de vergonha. Estamos vivendo como igreja um momento profético no Brasil, mas algo, uma força adversa, ainda impede uma grande multiplicação. Parece que não temos forças para trazer estes filhos à luz, enquanto outra força rouba não apenas filhos espirituais, mas a vida genuína de Deus. Toda vez que este cerco ocorre há uma mistura de valores dentro da igreja, que é invadida por padrões e costumes mundanos que contaminam o povo de Deus.

Muitos têm desistido de seus ministérios, há frustração, intimidação na vida de pastores, cresce o uso da mentira e da manipulação, alastram-se a angústia, a vergonha e a escassez. Visto esse cenário, não se tem dúvidas de que a Igreja no Brasil precisa se arrepender das contaminações e das falácias em seu meio, das atitudes desvirtuadas, da motivação errada do coração, dos pecados com os quais cada um foi e é conivente. Ezequias decidiu (Is 37:14-20) se humilhar e orou a Deus. Hoje, temos de nos arrepender e de nos cobrir com ‘panos de sacos’, humilhando-nos diante do Senhor como guerreiros de oração, como pastores, como líderes, e chorar diante do Deus vivo.

Ezequias fortaleceu o povo, como se lê em II Crônicas:

“Sede fortes e corajosos, não temais nem vos assusteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele; porque um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço da carne, mas conosco o Senhor nosso Deus para guerrear nossas guerras. O povo recobrou ânimo com as palavras de Ezequias, rei de Judá.” (II Cr 32:7-8).

Quando há arrependimento, o Senhor traz a promessa. O Senhor determina:

“... meterei o meu anzol no seu nariz e o meu freio na sua boca, e te farei voltar por onde vieste...” (Is 37:29).

É a Sua promessa de restauração. Quando o cerco foi quebrado, os judeus viviam o ano sabático, seguido pelo ano do jubileu, ou seja, por dois anos seguidos a terra não poderia ser cultivada. Mas a palavra do Senhor, como provedor, foi:

“... este ano se comerá o que espontaneamente nascer, e no segundo ano o que daí proceder;...” (Is 37:30).

“O que escapou da casa de Judá, e ficou de resto, tornará a lançar raízes para baixo e dará fruto para cima...” (Is 37:31).

O Senhor se referia àqueles que permaneceram fiéis no período do cerco, da escassez.

Mas muitos têm saído de suas igrejas quando começam os ataques. Muitos são levados para outras terras, ou ministérios, ou criam o seu próprio ministério. Nessas situações é preciso estar atento ao que está escrito:

“... Não deis ouvidos... porque assim diz o rei da Assíria: fazei as pazes comigo. E vinde para mim; e comei, cada um da sua própria vide e da sua própria figueira, e bebei cada um da água da sua própria cisterna.” (Is 36:16).

É preciso ter em conta que o Senhor zela por todas as coisas e que sua Palavra é a arma que possuímos contra os príncipes das trevas que vêm contra nós. Como está escrito:

 “... não entrará nela, nem lançará nela flecha alguma; pelo caminho de onde veio, por este voltará; não virá perante ela com escudo, nem há de levantar contra ela trincheira; nesta cidade não entrará... Porque eu defenderei esta cidade para a livrar, por amor de mim e por amor do meu servo Davi.” (Is

37:33-35).

Temos sido atacados em grande escala por principados como os de Babilônia, de Jezabel e de Senaqueribe.

No mês do Ramadam, o de jejum de todo o povo islâmico, o sacrifício fortalece o principado de Senaqueribe, e no período de carnaval no Brasil, ele também se fortalece, pois quando mais intensamente o culto à carne mais ele é fortalecido.

Na seqüência a quaresma, período em que a idolatria é fortalecida.

A nossa arma contra esse estado de coisas é a adoração. Entronizar Jesus como Senhor em nossa vida, devolvendo tudo o que tem sido roubado dEle. Quando vivemos uma vida de santidade e de consagração, aqueles espíritos trevosos perdem a legalidade para atuarem em nossa vida.

Jejum e oração, arrependimento, confissão de pecados por identificação, tudo isso deve ser feito pela remissão da terra, da Igreja. Não há como sairmos incólumes (Ileso; são e salvo) de ataques dessa natureza sem uma atitude de mudança de vida. O ranço (Sabor antiquado, velharia) de Roma e a imoralidade da feitiçaria precisam ser arrancados do nosso meio. Segundo ensinos da apóstola Valnice Milhomens, Senaqueribe só é vencido com arrependimento, com jejum e oração por dias. Deus tem restaurado os “cinco ministérios” e temos entendido que a “Unção Apostólica e Profética”, quando usada em concordância, quebra qualquer cerco que seja arregimentado pelas trevas. É um novo nível de autoridade que tem restaurado a Igreja brasileira.

 

 

 

Quem é e o que são, exatamente, os principados e as potestades? Com base em Efésios 1:21 e 6:12 e também em Colossences 1:6 e 15, sabemos que essas entidades são elevados seres espirituais decaídos que operam no império de Satanás em oposição aos propósitos remidores de Deus. Com freqüência se faz a seguinte pergunta: de onde vieram tais seres malignos? Para a resposta são usualmente mencionadas três teorias distintas:

o      seriam os espíritos desincorporados de uma raça pré-adâmica, destruída por Deus (essa noção ajusta-se à teoria do hiato da criação);

o      seriam os “nephilins”, os gigantes do sexto capítulo de Gênesis, espíritos desincorporados de uma raça mutante, criada mediante o contato sexual entre anjos e seres humanos;

o      Seriam resultantes da criação angelical original, que caiu juntamente com Lúcifer.Cremos que esta posição é a correta, isto é, que estamos falando de anjos caídos.

Paulo, em Efésios, diz que:

“A nossa luta não é contra sangue ou a carne, mas contra principados, potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas

regiões celestes.” (Ef 6:12).

Quando fez estas afirmações, Paulo estava retratando os poderes como se eles estivessem organizados na seguinte hierarquia, em ordem descendente de poder e segundo o vernáculo grego:

·        principados – “arxa”.

·        autoridades – “eksousíai”

·        poderes – “dunameis”

·        hostes espirituais – “kosmokrátoras”

Daniel, nos capítulos 10, 13 e 20, desvendou a identidade desses espíritos: dos “arxaí”, como sendo elevados príncipes satânicos, nomeados sobre as nações e regiões da terra; os “ekousíai”, com conotação de governo ao mesmo tempo sobrenatural e natural; os “dunameis”, como aqueles que operam dentro de países e culturas que influenciam certos aspectos da vida; os “kosmokrátoras”, como os muitos espíritos malignos que geralmente afligem as pessoas, ou seja, aqueles que trabalham diretamente nas vidas dos homens. Na verdade, aqueles espíritos que temos de enfrentar e expulsar nas sessões de libertação, que também obedecem a uma hierarquia, os mais fracos servindo os mais fortes.

Daniel Mastral, no seu livro “Táticas de guerra”, retrata claramente a hierarquia espiritual das trevas, conforme Efésios 6:12:

·        Satanás: General do exército inimigo. Seu caráter é o pior possível, sua crueldade não tem parâmetros. Seus objetivos são: matar, roubar, destruir. É pai da mentira e vive pecando desde o princípio. Ele recebe poder da alma dos que seduz, mas nada cria. Seu poder é emprestado. É inteligente, mais que qualquer ser humano poderia ser, e usa as armas da sedução, do engano e da acusação. Ele não trabalha sozinho porque não é onipresente, nem onipotente e nem onisciente, como Deus o é. Abaixo dele é esta a escala hierárquica:

·        Principados: significa “aqueles que têm dignidade de príncipe” e autoridade imperial. É um termo também usado para fazer referência ao território sob o domínio de um príncipe. São demônios ligados ou com influências sobre governos e domínio de regiões inteiras do globo terrestre, mais especificamente Norte, Sul, Leste e Oeste. Não constituem número elevado, mas são poderosos; os mais poderosos abaixo do próprio Satanás.

·        Potestades: termo também associado a poder, potência, força. Refere-se a entidades que são príncipes de nações (e não regiões do globo). São em número muito  maior, mas decrescem um pouco em poder e em independência.

·        Dominadores e hostes espirituais: Os primeiros são os que comandam. Em termos militares, os dominadores seriam algo como coronéis e majores e, as hostes, o grande contingente do exército espiritual demoníaco. Estes crescem absurdamente em número e não são responsáveis por nações. Não são demônios territoriais. No caso, os dominadores seriam governantes de cidades, bairros, regiões menores. As hostes malignas têm atuação mais individual.

·        Príncipes:

     Asmodeus: aparece no livro apócrifo de Tobias (3:8) citado como o demônio Asmodeus. É uma autoridade mundial e tem ‘Quiebo’ como governador sobre a Costa Rica e ‘Anoitho’ sobre os Estados Unidos. Sua atuação é exercida sobre todos os demônios da área sexual e de vícios” para promover: abuso, incesto, homossexualismo, bestialidade, pornografia, masturbação, fornicação, glutonaria, prostituição, vícios, palavrões, embriaguez, sedução, adultério, lascívia, filhos bastardos, sexo oral e anal, pensamentos impuros. Ele também é o responsável pela AIDS.

     Damian: autoridade mundial, seu governador sobre a Costa Rica é ‘Shiebo’ e sobre os Estados Unidos ‘Ralphes’. Sua área de atuação é a derrota e comanda a rejeição, abandono, amargura, arrogância, bloqueio, culpa, deboche, ressentimentos, isolamentos, desânimo, desmerecimento, dúvida, ruína, solidão, engano, fraqueza, furto, avareza, preguiça, insegurança, inveja, egoísmo, tristeza, mentira, miséria, orgulho e impaciência.

     Belzebu: esse nome é mencionado em Mateus 10:25; 12:24, e em Lucas 11:15. É um demônio de alto nível, numa posição de autoridade mundial. Seu governador sobre a Costa Rica é ‘Nostradamus’ e sobre os Estados Unidos ‘Devilock’. Sua atuação abrange todas as religiões falsas, como a adivinhação, feitiçaria, religiosidade, legalismo, falsos dons, ocultismo, satanismo, macumbaria, maldições, condenação, idolatria, engano, bruxaria, heresias, tradição, divisões.

     Diana: mencionada em Atos 19:24-35, é uma deusa romana e tem o nome de Artemis na Grécia. Na Ásia menor, era cultuada como Cibele, a deusa-mãe da fertilidade. Seu culto era feito, sempre, com sexo ritual (prostituição), e sua influência está por trás de toda idolatria, prostituição e perversões sexuais. Segundo Rita Cabezas, ela comanda Asmodeus, Belzebu e Damian.

     Ários: autoridade mundial, seu governador sobre a Costa Rica é ‘Mekizztofeles’ e sobre os Estados Unidos é ‘Apollyon’ (destruidor). Sua área de atuação é a violência: ele fomenta a agressividade, destruição, dissensão, ódio, guerra, homicídio, rebeldia, ira, rancor, artes marciais, falta de perdão, discórdia, morte, abortos.

     Menguelesh: autoridade mundial (para nós, Moloque), diz-se que era o mesmo que estava por traz de Joseph Megel, o carrasco nazista. Seu governador sobre a Costa Rica é ‘Ameneo’ e sobre os Estados Unidos ‘Manchestes’. Sua atuação é a área do medo para provocar angústia, ansiedade, pânico insanidade mental, ciúme, nervosismo, vergonha, canibalismo, obsessão, loucura, insegurança, pesadelos, suicídios, opressão, tormento.

     Nosferatus: autoridade mundial, seu governador sobre a Costa Rica é ‘Azael’. Sua atuação é sobre a área do poder com a finalidade de promover roubo de energia, roubo de pensamentos, bloqueios, sedução pelo poder, bruxarias, feitiçaria, ambição, pactos satânicos, orgulho, manipulação, intelectualismo, isolamento, famílias aristocratas (principalmente na Europa).

     Mamom: autoridade mundial, sua área de atuação é a financeira (dinheiro). Atua com a finalidade de promover a bancarrota, sonegação, perdas, roubos, retenção do dízimo, falência, jogos de azar, loterias, dívidas, pobreza.

·        Principes governadores:

     Tremus: tem como subordinado Leviathan.

     Leviathan: mencionado em Jó 41:1; Salmos 74:14 e 104:26; Isaías 27:1. Ele é um monstro marinho parecido com uma serpente.

     Astoreth (Astarote): mencionada em Juízes 2:13; I Samuel 7:3 e 12;10; I Reis 11:5,33. Deidade que se apresenta, às vezes, como esposa de Baal. Para os gregos, ela foi Astarote ou Afrodite, e para os romanos, Vênus. O seu culto envolve práticas lascivas extremas.

     Ninrod: mencionado em Gênesis. Ele foi famoso por ter sido um poderoso caçador e guerreiro. A Bíblia diz: “O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinear. Daquela terra saiu ele para a Assíria e edificou Nínive, Reobote-Ir e Cala... e Resén.” (Gn 10:11-12).

     Syria: principado que se equipara como o guerreiro de Satanás é mencionado em Daniel 10:13 como o príncipe do reino da Pérsia.

     Krucitas: significa pequenas cruzes, em espanhol. Este príncipe diz; “Jesus foi crucificado sobre mim”. É o deus de todos os satanistas e da musica Rock.

     Brumaus: não possuímos mais informações sobre este príncipe.

     Dagon: mencionado em Juízes 16:23; em I Samuel 5:2; em I Crônicas 10:10. Era o deus dos Filisteus. Foi no templo de Dagon que Sansão empurrou abaixo as colunas, fazendo cair todo o teto e matando a todos (Jz 16). Quando os Filisteus capturaram a arca de Deus e a colocaram no seu templo, na manhã seguinte eles encontraram a imagem de Dagon caída em terra, diante da arca de Deus. No outro seguinte aconteceu a mesma coisa, mas desta vez a cabeça e as mãos da imagem estavam quebradas. (I Sm 5).

     Dragões: o livro de Apocalipse menciona dragões nos capítulos 12, 13, 16 e 20. Ele tem poder, consome a sabedoria dos homens, atua no campo da astrologia.

Atuação sobre os continentes:

· África – Macumba

· América – Zancor

· Ásia – Maggor

· Europa – Kracelonico

· Oceania – Raastapack

· (O sexto espírito está inativo, aprisionado nas câmaras das trevas).

Estas informações foram dadas por Rita Cabezas, guerreira que atua na Costa Rica e é usada grandemente por Deus como libertadora.

O pentagrama faz alusão aos cinco demônios:

     Lúcifer, o maioral, que possui quatro príncipes - Leviathan, Astarot, Belzebu, Asmodeus. São príncipes que têm domínio territorial muito extenso e atuam no mundo todo, apenas mudando de nome conforme a região.

     Leviathan: atua muito fortemente na América Latina e, especialmente, no Brasil.

     Asmodeus: atua na América do Norte.

     Belzebu: está bastante ligado ao Oriente – Índia, China, Mongólia.

     Astarot - tem atuação especial na África, na Austrália e na Nova Zelândia.

Estes príncipes contam, cada um deles, com uma ‘Guarda de Honra’ composta por cinco capitães, que, no conjunto (20), formam os mais poderosos e influentes principados.

Eles favorecem a atuação dos seus príncipes e têm fortes domínios em diferentes pontos do globo.

     Leviathan – Está associado ao elemento água. Essa constatação nos trás uma série de revelações subliminares acerca de seu modo de atuação e raio de poderes. Cresce o seu domínio em toda a região ligada aos mares, aos rios, às cidades costeiras e às regiões portuárias.

Ele comanda boa parte das legiões das águas. Mas como podemos identificar isso?

Se o leitor prestar atenção, no Brasil boa parte do folclore regional e das religiões de massas está intimamente associada ao elemento água. Os principais deuses cultuados no Brasil são Aparecida, que saiu das águas, e Iemanjá, que dispensa maiores comentários nesse sentido. Até no contexto indígena aparece uma dessas expressões – Iara, ou ‘mãe d’água’.

A influência de Leviathan está presente por trás de todos os objetos de adoração a esses ídolos. A própria Bíblia refere-se a Ele como o “dragão do mar”. Segundo Mastral, o Brasil é como seu habitat por causa das amplas florestas e da costa marítima extensa, condições propícias para “serpentes se esconderem”. O principado mais preeminente da guarda de Leviathan é ‘Abadom, seu braço direito, um demônio voltado principalmente para  destruição, ruína, perda e morte. Atua na região do Oriente Médio – Irã, Iraque, Israel. Ele é considerado o chefe dos gafanhotos que sairão do abismo e mencionados na profecia de Apocalipse. Sob seu comando ele tem nove demônios, nove potestades muito poderosas:

Nas regiões da Índia, China, Tibete e proximidades, conta com o domínio de Shiva. Este, um demônio de sensualidade, prostituição, adultério. Está muito ligado também à idolatria desses povos. Thamúz, que atua na região da Itália e tem, também, forte ação dentro da Maçonaria, por exemplo, que é um dos braços do satanismo. O-Yama é o quarto demônio integrante da Guarda de Leviathan. Tem ligações com o Japão, Malásia, Vietnã e com localidades ao redor desses países. É um dos principais demônios por trás da idolatria e do cativeiro em que se encontra aquela região. Rimmon atua na região da Espanha e de Portugal; junto com Thamúz controla boa parte da Europa. No pentagrama, no que diz respeito aos elementos representados, sabemos que Lucifer é o quinto elemento, a energia pura. Leviathan é o elemento água.

     Asmodeus está associado ao Ar. O seu braço direito, Dagon, é um Principado capaz de causar tempestades, furacões, maremotos, fenômenos muito comuns na América do Norte. O nome de Asmodeus é mencionado no livro apócrifo de Tobias e também no Talmud. Ele é conhecido como o príncipe da luxúria e da corrupção. Por causa desses seus dotes fica muito clara a influência que ele tem sobre os Estados Unidos. A corrupção e a luxúria imperam naquele país. O próprio símbolo de Asmodeus foi divulgado por todo o mundo. E ele partiu dali, de dentro dos Estados Unidos, através da moda “Punk”. Aquele “A” cortado não quer dizer “anarquia”, como acreditam e apregoam os punks. Antes, é o símbolo de Asmodeus!

     Belzebu, o senhor das moscas, associa-se ao elemento fogo. Está ligado às disseminações de pragas, de doenças e de enfermidades, o que certamente os faz lembrados das péssimas condições de higiene e de saúde em toda aquela região! E das moscas! Seu principal escudeiro é Nosferatus, o responsável por sugar, por destruir as energias. Toda a atuação dele tem o sentido de consumir o ânimo, saúde, bem-estar, etc...! Bélfegor e Behemoth também estão associados a Belzebu.

     Astaroth, representado pelo elemento terra, é um demônio de confusão e de engano, muito ligado à era mística dos cristais, dos duendes, das pirâmides e de tudo o que se propaga através do movimento Nova Era. Mas a questão do elemento Terra faz mais alusão ao mundo material. Ele está, também, ligado ao domínio das riquezas da Terra e sua cobiça pelos homens.

Concluímos que cada parte do globo terrestre, nações, estados e cidades, os bairros com suas ruas e domicílios, estão debaixo de um comando maligno determinado. Cada um deles com sua predominância e característica própria.

 

Faça agora esta oração extraída do Salmo 91:   

Eu estou habitando no Teu esconderijo, ó Altíssimo, à Tua sombra, El Shadai, descanso em segurança. Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio. És minha proteção. Sei, portanto, que me livras de todo laço inimigo e de todo veneno mortal. Tu me cobres com a Tua mão, e em Tua presença encontro refúgio; a verdade da Tua palavra é meu escudo. Não temerei os terrores da noite, nem a seta que voe de dia, nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia. Mil poderão cair ao meu lado, e dez mil à minha direita; mas eu passarei pelo meio e não serei atingido. YHWH fiz de Ti o meu refúgio, e minha habitação, pelo que sei que nenhum mal me sucederá, nem praga alguma chegará à minha casa. Porque aos Teus anjos darás ordem a meu respeito, para me guardarem em todos os meus caminhos. Eles me susterão em suas mãos, para que não tropece em alguma pedra. Pisarei o leão e a cobra; calcarei aos pés o filho do leão e a serpente. Pois Te amo, Tu me livrarás e me porás num alto retiro, porque conheço o Teu nome. Quando eu Te invocar, Tu me responderás; estarás comigo na angústia, livrar-me-ás e me honrarás. Vida longa me dará, pois me têm mostrado a Tua salvação revelada e consumada em Jesus Cristo, meu Senhor, pelo poder da Sua morte na cruz, Sua sepultura e ressurreição. Glórias ao Teu nome e ao Cordeiro, porque encontrei para sempre o lugar da proteção eterna, EM JESUS, meu Senhor.

 “Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso Sangue de Cristo, o Cordeiro imaculado e sem defeito algum, aquele que foi predestinado antes da criação do mundo.” (I Pd 1, 18-19 )

 

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