IEQ Cervezão

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Floquinhos de carinho 

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Dinâmica realizada com professores e diretores de escola bíblica

Material usado: algodão

Distribuir os floquinhos de algodão e explicar que cada vez que a palavra floquinho for mencionada, deve-se trocar os floquinhos com alguém.

Juntar os floquinhos quando na estória fala que o menino não dava mais seus floquinhos e depois distribui de nono, conforme for a sequência da estória.

Floquinhos de carinho

Havia uma aldeia onde o dinheiro não entrava. Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado. A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a amizade. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos ou utensílios, dava seu carinho.

O carinho era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas oferecessem floquinhos de algodão sem querer nada em troca, pois sabiam que nunca ficariam sem floquinhos.

Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.

Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar carinhos e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.

Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco carinho que tinham e toda a harmonia da cidade desapareceu. Surgiram a ganância, a desconfiança, o primeiro roubo, o ódio, a discórdia, as pessoas se xingaram pela primeira vez e passaram a ignorar umas as outras na rua.

Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se triste e sozinho, então procurou a velha para perguntar-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão: Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu carinho. A todos que dava carinho, apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.

Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último carinho sem receber um só de volta.

Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu carinho. Um outro fez o mesmo... Mais outro... E outro... Até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.

Queridos diretores e irmãos: Aceitem meu floquinho como prova do meu carinho, pois é assim que pretendo conduzir o trabalho que o senhor entregou em minhas mãos .

Pra. Regina/ 2009

A serviço do rei jesus

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